08 de setembro de 2017 às 00:00
Assassina
Perdido na pior poesia
Enlameado de sombras, regurgito
Caído à rua, rumino fantasias
Trôpego, trânsfuga - grito! grito!
Desejar-te dói como uma lâmina
Trespassada fora a fora aos ouvidos
Ainda assim, tua imagem lânguida
Insiste-se presente por ruídos
Tropeço numa caixa de barulhos
Meu coração, carroça cheia de diabos
Vence-me por dentro, com seus lábaros
Quedo, humilhado em meu orgulho
Amo-te, assassina, e os meus lábios
Choram este amor que me tortura
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