03 de dezembro de 2017 às 00:00
Ó minha doce Friba I

Mas, há uma Friburgo em flor, nascendo agora
Disposta a ser azul, bem mais que preto e branco
Friburgo juvenil - namora pelos bancos
Se faz amor no frio, esquenta-se na aurora

Existe esta Friburgo ao vácuo do poder
Disposta a ser azul, bem mais que branco e preto
Friburgo red bull que bebe pra esquecer
Este vazio de ser Romeu sem Capuletto

Esta é minha Friburgo, indecifrável enigma
Por ela aqui eu fico a ver navios na pedra
Não temo a solidão, ó minha doce Friba!

A fímbria de meu verso é tua mata nativa
Se prego no deserto, então, que morra à míngua
Mas que morra de amor, o peito aberto à terra

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