16 de dezembro de 2017 às 00:00
Miranda mirando a bela

Sempre temi as belas
Tanto tê-las como amá-las
Ciúme por suas fraquezas?
Também! Mais medo de adorá-las

Medo de andar de quatro
E o ridículo de vigiá-las
Querê-las presas em retrato
Aprisionadas em luminárias

Sempre evitei as belas
Mas não deixei de desejá-las
Ainda que me fossem cegas

E eu me fingisse circunspecto
No fundo, sempre as quis por perto
Já sou feliz só por mirá-las

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