30 de janeiro de 2018 às 00:00
Silêncio dos túmulos

São minhas entranhas que ressentem a tua ausência
Como uma droga, tua abstinência
Esvazia-me
Deixa um buraco imenso no peito
Elevador no estômago
É uma falta tremenda que sinto
Que o organismo ressente
Tremo todo, por vezes
Desorganizo-me
Sempre volto ao ponto daquele domingo
Desde quando nunca mais nos falamos
E sobre nós tombou o silêncio dos túmulos

 

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